domingo, fevereiro 05, 2006
Estudo mundial sobre Gripe das Aves no Badoca Safari Park
A primeira versão do estudo que uma equipa do Badoca Safari Parque, liderada por Jorge Soares, director dos serviços médico – veterinários, relacionada o comportamento das aves quando expostas à vacina contra o vírus influenza aviário, deverá estar concluída em meados de Abril, podendo a partir dessa altura servir de referência a outras instituições zoológicas e à comunidade científica mundial.Uma vez concluída a investigação, os responsáveis pretendem transformar os dados e compilar os resultados num artigo científico para publicação numa revista de referência mundial.
O estudo vai incidir sobre seis espécies em exibição no Badoca Safari Park - nandus, íbis, cegonhas de bico amarelo, marabus, flamingos e avestruzes – para garantir que as aves estão protegidas e quando expostas ao vírus não desenvolvem a doença.
Trata - se de uma colecção animal que nunca foi submetida a qualquer espécie de estudo.
O vírus utilizado na vacina é um “vírus morto”, incapaz de causar a morte dos animais e de infectar seres humanos, daí que não foram impostas restrições ao isolamento destas espécies que, durante a fase de tratamento, irão permanecer no seu habitat natural e em contacto com os restantes animais do parque, não sendo necessário comprometer o bem estar destes animais.
O estudo, que teve início com o plano de vacinação da Direcção - Geral de Veterinária, em Dezembro de 2005, consiste na recolha de sangue semanal e o posterior envio para a Faculdade de Medicina Veterinária de Lisboa e para o Laboratório Nacional de Investigação Veterinária, ambos encarregues de realizar os testes.
“Todas as semanas recolhemos sangue para saber quando se inicia o processo da sero - conversão, ou seja quando começam a aparecer os anti - corpos contra o agente vacinal e qual a sua duração – a reacção pode ser diferente em cada ave”, explica o médico – veterinário.
Através deste estudo, o Badoca Safari Park, pretende obter respostas acerca do comportamento de cada animal e perceber como é que estes reagem em termos de produção de anti - corpos, de forma a optimizar o programa vacinal.
“No caso de o vírus H5N1 chegar a Portugal, saberemos exactamente aquilo que temos de fazer e não cometeremos erros como tem acontecido noutras colecções animais”, adianta o especialista.
Recorde - se que o Badoca Safari Park está instalado numa zona de risco para a gripe aviaria e, nesse sentido, foi incluído no plano de vacinação contra uma eventual infecção pelo vírus H5N1.
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