sexta-feira, janeiro 27, 2006
Cabo da Boa Esperança - em Beja
A segunda parte, Ilha dos Amores/Cabo da Boa Esperança evoca, em referência ao canto nono de “Os Lusíadas”, de Luís de Camões, os temores e os mitos, ao mesmo tempo que, vencidas as dificuldades do mar, se dá o encontro com outros povos e suas culturas.
A terceira parte A Alegria da Chegada/Preparação para Nova Viagem – Lugar à Fantasia principia com a manifestação da incontida felicidade ao serem avistados os barcos que trazem de regresso os homens que, uma vez em terra, dão a conhecer tudo aquilo de que tomaram conhecimento, com destaque para as danças com ritmos tropicais que ensinam, ao mesmo tempo que presenteiam as mulheres com colares de pedras e de conchas que as nativas lhes haviam ofertado. Após as mulheres imporem dançar um fragmento de dança tradicional portuguesa, tem lugar uma infindável viagem integrando homens e mulheres.
Para terminar, uma criança dá lugar à fantasia, simbolizando, através de barcos de papel, a paixão pelo mar e o gosto pela aventura.
