sexta-feira, janeiro 27, 2006

 

Cabo da Boa Esperança - em Beja

O Pax Julia – Teatro Municipal apresenta, amanhã, o espectáculo Cabo da Boa Esperança -518 anos depois, uma produção da Companhia de Dança de Lisboa. Sob o lema: Por mares nunca dantes navegados, o espectáculo proporciona um reencontro com a história e a arte, comemorando em simultâneo o encontro com outros povos e outras culturas. Cabo da Boa Esperança – 518 anos depois, tem início com a Saudade da Partida onde os bailarinos/caravelas se preparam para se fazer ao mar, ao mesmo tempo que os que ficam se despedem. Após a largada, os homens e mulheres em cena representam aqueles que prosseguem a sua vida em terra.

A segunda parte, Ilha dos Amores/Cabo da Boa Esperança evoca, em referência ao canto nono de “Os Lusíadas”, de Luís de Camões, os temores e os mitos, ao mesmo tempo que, vencidas as dificuldades do mar, se dá o encontro com outros povos e suas culturas. A terceira parte A Alegria da Chegada/Preparação para Nova Viagem – Lugar à Fantasia principia com a manifestação da incontida felicidade ao serem avistados os barcos que trazem de regresso os homens que, uma vez em terra, dão a conhecer tudo aquilo de que tomaram conhecimento, com destaque para as danças com ritmos tropicais que ensinam, ao mesmo tempo que presenteiam as mulheres com colares de pedras e de conchas que as nativas lhes haviam ofertado. Após as mulheres imporem dançar um fragmento de dança tradicional portuguesa, tem lugar uma infindável viagem integrando homens e mulheres. Para terminar, uma criança dá lugar à fantasia, simbolizando, através de barcos de papel, a paixão pelo mar e o gosto pela aventura.


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